Pratinho de Couratos

A espantosa vida quotidiana no Portugal moderno!

terça-feira, janeiro 30, 2018

Fogo de esperança que manterá viva a promessa de oportunidades (tl;dr)

Mariquinha vem comigo p’r angola onde as apreciações sobre os navegantes da tábua pregada timbram pela exatidão e pontaria na muche, nesta roda, um cómico da trupe Gato Fedorento II e um globetrotter conservado para futuro candidato à presidência da República são adjetivados com acurácia. “O Jornal de Angola dedicou os últimos dois editoriais às relações com Portugal, entre o elogio à «lucidez e inteligência» do ex-vice-primeiro-ministro Paulo Portas e a crítica à designação de Pedro Mexia para consultor do Presidente da República. (…). «Quando hoje países como Portugal se apresentam como mediadores da relação entre África e a Europa e procuram virtudes democráticas na CPLP, ao mesmo tempo que escolhem para consultores presidenciais indivíduos como Pedro Mexia, que destilava nas televisões a sua arrogância neonazi contra Angola, é bom ouvir alguém recordar os exemplos práticos de solidariedade evidenciados pela Nigéria [no discurso de Zuma]», lê-se. Em contraponto, no editorial da edição de segunda-feira [14/03/2016], já totalmente dedicada a Portugal e às palavras de Paulo Portas na despedida da liderança do CDS-PP, quando falou sobre a necessidade de evitar «a tendência para a judicialização da relação entre Portugal e Angola», o jornal classifica a posição como vindo «de um político com ideias fundadas na experiência e maturidade relativamente ao modo mais justo e adequado de conduzir as relações entre Estados». «Salvaguardando não apenas os interesses bilaterais mas, acima de tudo, respeitando as mais elementares normas do direito internacional», lê-se no editorial de segunda-feira, intitulado «O apelo de Paulo Portas», com várias referências ao processo de investigação em Portugal envolvendo o vice-Presidente angolano, Manuel Vicente, e à «judicialização das relações» entre os dois países.”
Não admira que se rasguem elogios a Portas, os homens tementes a Deus beneficiam da boa herança do missionário no Reino do Congo, posição cardeal para papar invitações meets & greets VIP (Very Important, Pá). “Em declarações à imprensa, Hélder Amaral manifestou satisfação pelo primeiro convite endereçado ao partido para participar de um congresso do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA). (…). «O Presidente [José Eduardo dos Santos] falava porventura em encontrar imaginação e nós costumamos dizer em Portugal, um país que não tem recursos naturais só pode sobreviver com imaginação e inovação, mais um ponto de contacto e por isso é que eu digo que estamos cada vez mais próximos».”
1984. Novembro. Segunda-feira, 5, “a dívida externa portuguesa estabilizou desde junho do ano passado situando-se em 2,3 mil milhões de contos (14 690 milhões de dólares). Para atingir esta situação contribuiu fundamentalmente a melhoria da balança comercial, em termos tais que a balança de transações correntes que ela influencia, deverá este ano apresentar um défice inferior a mil milhões de dólares, provavelmente na casa dos 830 milhões, contra o dobro no ano passado e 3200 milhões em 1982. Estas informações foram dadas em Macau a um numeroso grupo de banqueiros estrangeiros reunidos num seminário naquele território pelo Banco Português do Atlântico. Segundo o ministro Ernâni Lopes, numa comunicação lida, em seu nome, pelo secretário de Estado do Tesouro, António Almeida, a melhoria das contas externas já fora evidente em 1983 e foi acentuada este ano pela queda das importações e o crescimento das exportações. A taxa de cobertura passou de 45 para 70 %, em dois anos. Vítor Constâncio, outro dos intervenientes, garantiu que isto se deveu a uma política ainda mais restritiva do que a imposta pelo Fundo Monetário Internacional, revestindo as caraterísticas de uma overdose. Para Vítor Constâncio os resultados obtidos não permitem concluir que os prolemas da economia portuguesa estejam resolvidos pois «continuam a persistir os problemas de natureza estrutural». O salto qualitativo mais importante foi o da balança comercial (compra e venda de produtos físicos ao estrangeiro) que diminuiu o seu défice de 4800 milhões de dólares, para pouco mais de 2000 milhões este ano. Informou ainda, que Portugal terá de pagar este ano em amortizações e serviço da dívida externa 1800 milhões de dólares (280 milhões de contos) e 1600 milhões no próximo ano (250 milhões de contos).”    
Segunda-feira, 5, “o Conselho Supremo Eleitoral da Nicarágua divulgou já os resultados apurados em 24 das cerca de 4000 mesas eleitorais. Segundo esses resultados, a Frente Sandinista de Libertação Nacional detém cerca de 64 % dos votos válidos, seguindo-se-lhe o Partido Conservador Democrata (PCD) e o partido Liberal Independente (PLI). Em quarto lugar aparece o Partido Popular Social Cristão (PPSC). Os Partidos Comunista e Socialista e o Movimento de Ação Popular obtiveram percentagens de voto praticamente insignificantes. Entretanto, nas principais cidades nicaraguenses e, em especial, em Manágua, milhares de pessoas saíram para as ruas, dançando e lançando foguetes, numa celebração antecipada do triunfo da Frente Sandinista [1]. Frente que já anunciou a sua intenção de incluir no próximo governo elementos de outros partidos. Com efeito, Daniel Ortega, candidato sandinista à presidência, anunciou ontem que, em caso de vitória da FSLN «o próximo governo será homogéneo e compacto e que incluirá membros de outros partidos pelo seu caráter técnico e profissional». Ortega, coordenador da atual Junta de Governo, informou que, em janeiro de 1985, será designado o novo governo «e não haverá descriminação para nenhum partido político». Por seu lado, Sérgio Ramirez, candidato à vice-presidência anunciou aos jornalistas esperar que a Frente obtenha mais de 65 % dos votos. Recorde-se que as eleições foram encaradas de modo diferente pelos partidos políticos da Nicarágua. Assim, enquanto oficialmente, elas eram qualificadas como «as primeiras livres e honestas na história da Nicarágua», alguns setores da oposição criticaram-nas duramente. Arturo Cruz Porras [2], líder da Coordenadora Democrática, declarou que mais do que uma eleição se tratou de um referendo. Arturo Cruz Porras, que chegou sábado à noite a Manágua, proveniente dos Estados Unidos, acrescentou que considera as eleições de ontem «ilegítimas» e exigiu a realização de um novo ato eleitoral.” [3]       
Segunda-feira, 5, “a proposta de Orçamento Geral do Estado para 1985 e, particularmente, o montante do seu défice, cuja determinação tem provocado públicas discordâncias intergovernamentais, foi hoje discutida na reunião plenária que as discussões se centram numa estimativa de défice de 310 milhões de contos aceite pelo ministro das Finanças, Ernâni Lopes. Como vem sendo hábito, a fatia maior desse défice é imputável aos encargos com a dívida pública (juros e amortizações) e que na proposta de OGE/85, que está a ser ultimada para envio à Assembleia da República, sobem a 270 milhões. À educação foi atribuída uma verba de 116 milhões. Por ministérios, e segundo as informações saídas de Conselho de Ministros é a seguinte a distribuição das mais importantes fatias orçamentais: Administração Interna – 84,7 milhões (57 para as autarquias e 27,7 para a GNR e a PSP); Indústria – 7 milhões (3 para o Gabinete da Área de Sines); Segurança Social – 10 milhões; Negócios Estrangeiros – 7,7; Comércio e Turismo – 5,6; Mar – 5,6 milhões e mais 6,2 para investimentos; Equipamento Social – 14,3 e mais 45 milhões para Obras Públicas; Qualidade de Vida – 1,4 milhões.”           
Terça-feira, 6, “Reagan obteve hoje uma retumbante vitória sobre o seu rival democrata, Walter Mondale, nas eleições presidenciais dos EUA. Quanto ao número de Grandes Eleitores (525 contra 13 para Mondale), Reagan averbou uma vitória mais retumbante que o próprio Nixon sobre McGovern, para o segundo mandato. (…). Na grande jornada eleitoral de hoje nos EUA estavam também em jogo os lugares da Câmara dos Representantes, onde os democratas mantiveram a supremacia de que já dispunham, de parte do Senado, que continua a ser republicano, e de governadores (os republicanos já têm oito e os democratas quatro). Um dos grandes derrotados no Congresso foi o republicano Charles Percy. Em Porto Rico, decorreram também eleições para governador, tendo sido derrotado Romero Barceló, que não poderá assim cumprir o terceiro mandato a que se candidatara [4]. O presidente da República Portuguesa, general Ramalho Eanes, e o primeiro-ministro, Mário Soares, enviaram já telegramas de felicitações a Reagan pela reeleição. (…). Nos discursos pós-eleitorais, Mondale afirmou que a «luta agora vai começar», a sua vice-presidente, Geraldine «Gerry» Ferraro, disse-se «orgulhosa», Bush atribuiu todos os méritos da vitória a Reagan, e Reagan, de 73 anos de idade, declarou que só agora começou o caminho para erguer uns EUA fortes e conservadores. [5] Prometeu que ia continua a «guerra das estrelas», mas falou em se encontrar com o presidente soviético, Chernenko, em anular as desconfianças mútuas americano-soviéticas, em abrir caminho para a redução das armas nucleares. Perante aclamantes de bandeiras erguidas e dançando e com balões no ar, que gritavam: «Mais quatro anos», na grande festa de Los Angeles, Reagan agradeceu aos cidadãos comuns que «arregaçaram as mangas» e que trabalharam em conjunto com ele, depois prometeu um «fogo de esperança que manterá viva a promessa de oportunidades» e lembrou ter prometido e ter cumprido fazer baixar a inflação e reforçar a defesa dos EUA. (…). Henry Kissinger, ex-arquiteto da diplomacia republicana e cujo regresso mais ou menos discreto marcou o primeiro mandato de Reagan, prevê «grandes feitos de Reagan» na política externa. Para Kissinger, estes quatro anos foram os de lançamento de bases para uma política externa que agora pode realmente definir-se. Segundo prevê Kissinger, Reagan está mesmo disposto a reencetar o diálogo com o Kremlin.” [6]          
Sexta-feira, 9, “as receitas dos impostos diretos vão aumentar 39 % em 1985 e os indiretos 20 %, anunciou o secretário de Estado do Orçamento. Alípio Dias falava no programa «Memorando – atualidade económica», da Rádio Renascença. Segundo Alípio Dias, os impostos diretos passam de 212 para 298 milhões de contos, enquanto os indiretos de 318 para 380 milhões de contos. Os juros da dívida pública, disse Alípio Dias, totalizarão 273 milhões de contos em 1985, o que representa mais 70 milhões de contos que em 1984. O serviço total da dívida pública é de 404 milhões de contos.” 
Sábado, 10, “segundo revela hoje o semanário Expresso, quem ler esta noite as legendas do filme «Padre Padrone», dos irmãos Taviani, que a televisão exibe em «Última sessão», pelas 23h15, não encontrará algumas palavras que, pelos vistos, poderiam ofender «os valores morais por que se rege a maioria dos telespetadores» [7]. Eliminadas pois da legendagem as palavras «cu» e «cagar». (E já agora uma pergunta: será que a matrícula CU vai ser outra vez proibida nos automóveis?) [8]. Mas, voltando ao filme, o mais interessante e, sem dúvida, muito agradável para as mulheres em geral é que a palavra «putas» foi mesmo alterada e passou a «mulheres». «Tetas de cabra» também teria passado – até nos custa a crer – a «corpo de cabra».” O filme estreara no grande ecrã sexta-feira, 28 de dezembro de 1979 no Apolo.  
Segunda-feira, 12, “o homem extrovertido e emocionalmente instável tem mais tendência para a infidelidade conjugal do que o sisudo e introvertido; a mulher dominadora, insatisfeita com a monotonia, capaz de tomar a iniciativa numa relação sexual e dada à fantasia de se imaginar a ter relações na praia, ao ar livre, com um conhecido galã de cinema ou uma figura masculina e dominadora, acaba geralmente por procurar relações extraconjugais, mas sem carga afetiva. Eis duas das conclusões a que chegaram os participantes no I Congresso Nacional de Sexologia, que decorreu na reitoria de Universidade de Lisboa e que esta semana terá continuidade através de uma exposição de obras eróticas que está a suscitar a curiosidade da opinião pública. A iniciativa proporcionou um rol de conclusões, de que em parte aqui damos conta. Por exemplo, a mulher que optar por um marido introvertido arrisca-se a deparar com um homem inibido sexualmente que prefere os prazeres solitários da masturbação e a quem falta a vontade necessária para uma boa relação sexual. Na mulher, uma personalidade extrovertida já não significa necessariamente um comportamento sexual desinibido e isso devido a fatores culturais e de educação que a levam a recear «meter a pata na poça» se der livre curso aos seus impulsos – sublinhou o professor Vaz Serra, ao falar de «Fatores de personalidade e fantasias sexuais». (…). À margem deste grupo central maioritário, os sexologistas assinalam dois outros grupos menos numerosos: o das fantasias daqueles que praticam o sexo pelo sexo, e sem amor, para quem não há limites à procura de novas sensações, e os moralistas, que publicamente condenam determinados comportamentos sexuais, ditos vergonhosos, podendo contudo adotá-los desde que ninguém saiba ou sequer suspeite. Nestes, as fantasias têm uma carga negativa e resultam de inibições. Há ainda as mulheres insatisfeitas com as relações sexuais que mantêm com o marido, mas sem coragem para romper a ligação ou procurar relações extraconjugais. Neste grupo as fantasias sexuais desempenham um papel de compensação e uma fuga à realidade. Há também o grupo constituído pelas mulheres que se imaginam vítimas de violações ou outras formas de violência sexual: são geralmente passivas, atormentadas por um sentimento de culpa em relação ao sexo, que procuram libertar-se dessa culpabilidade através das fantasias.” [9]   
Quinta-feira, 15, “Miss Venezuela, Astrid Carolina Herrera, foi coroada Miss Mundo hoje à noite no Royal Albert Hall, em Londres. Estudante de psicologia, de 21 anos, Astrid foi escolhida «a mulher mais bela do mundo» entre 72 concorrentes por um júri de seis homens e três mulheres. Como damas de honor foram escolhidas Miss Canadá, Constance «Connie» Ellen Fitzpatrick e Miss Austrália Lou-Anne Caroline Ronchi [foi uma das belas em «A View to a Kill» (1985), sob o título local «Alvo em movimento» estreado sexta-feira, 27 de setembro de 1985 no Alfa 1, Gemini e S. Jorge (antestreia neste cinema no dia anterior pelas 21h30)]. O concurso deste ano foi acompanhado de rigorosas medidas de segurança, com guarda-costas seguindo as misses em todas as cerimónias oficiais. Havia receios de que organizações de amigos de animais pudessem tentar interromper a eleição em protesto contra o uso de casacos de peles. Astrid sucede a Sarah-Jane Hutt, da Grã-Bretanha. Antes de ser anunciada a escolha de Miss Venezuela, a grande favorita era a brasileira Adriana Oliveira, de 22 anos. (…). Miss Venezuela, agora Miss Mundo, além de vários objetos e viagens ao redor do mundo, recebeu um prémio no valor de 37 mil dólares.” [10]     
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[1] “Despierta, dispara, / Un gringo en tu casa”, cançãoNicarágua Sandinista”, pela banda punk argentina Argies. O seu nome, Argies, é uma apócope pejorativa da palavra “argentino”, usada pelos soldados ingleses para designar o inimigo durante a guerra das Malvinas, em 1982.
[2] “Foi um férreo opositor da ditadura de Anastasio Somoza, ex-membro da Junta do Governo, que se impos após a revolução sandinista e, mais tarde, depois das suas divergências com os lideres revolucionários, formou o Alto Comando da Contrarrevolução financiado pelo governo de Ronald Reagan, nos anos oitenta.”
[3] “Quando os sandinistas anunciaram em janeiro de 1984 que realizariam eleições em novembro, a coligação de direita, Coordenadora Democrática Nicaraguense, escolheu Cruz como único candidato aceitável por todas as fações. Contudo, no final, ele boicotou as eleições, dizendo que não seriam livres e justas. Anos depois, admitiu que a sua decisão de não concorrer fora um erro e que estava na folha de pagamentos da CIA.”
[4] “Com muita chuva, tanta que atrasou a abertura das urnas, os porto-riquenhos foram às urnas escolher o seu governador. Em causa estava, segundo os analistas, a própria identidade nacional, a manutenção da língua e da cultura porto-riquenhas. Dois partidos disputavam o cargo: o Partido Novo Progressista do governador cessante, Carlos Romero Barceló, favorável à integração de Porto Rico na União como 51.º estado, e o Partido Popular Democrático de Rafael Hernández Colón, favorável à entrada de Porto Rico nas Nações Unidas como Estado independente e associado dos EUA. Estas eleições, que eram consideradas a última oportunidade de travar as tendências integracionistas dos últimos oito anos, foram ganhas por Hernández Colón com cerca de 40 % dos votos.” 
[5] Reagan tinha os meios materiais e espirituais para fortalecer e conservar. Era e continua a ser um dos melhores atores americanos de sempre. “Bedtime for Bonzo” (1951), c/ Ronald Reagan, Diana Lynn, Walter Slezak … sob o título local “Bonzo” estreado sexta-feira, 25 de julho de 1952 no Monumental. “Hellcats of the Navy” (1957), c/ Ronald Reagan, Nancy Reagan, Arthur Franz … sob o título local “Demónios submarinos” estreado segunda-feira, 12 de maio de 1958 no Olympia.
[6] “Os analistas políticos distinguem sete causas principais do landslide obtido por Reagan: a imagem carismática do presidente; a convicção que Reagan conseguiu impor o que é verdadeiro (enquanto Mondale perdeu muito por ter estado associado como vice-presidente de Carter); o facto de Mondale ter falado de mais com demasiados grupos e ter feito uma «revelação» que lhe terá custado muitos votos: que iria aumentar os impostos; a recuperação económica dos EUA que tornou pouco convincentes os argumentos de que Reagan fora o «presidente dos ricos»; o estado de espírito generalizado dos cidadãos comuns que está em consonância mais com o «renascimento nacionalista e de poderio militar», incarnado por Reagan do que com a política de conciliação com a URSS, diálogo na América Latina, reserva no domínio nuclear, propugnada por Mondale; a circunstância de a idade de Reagan apesar de tudo não ter debilitado a confiança na sua capacidade como dirigente e político; os fatores materiais – os republicanos tinham mais dinheiro, uma máquina melhor, e acesso a computadores que lhes permitiram fazer análises do espetro eleitoral.”
[7] No lar português, pobre, por destino, habita um tesouro, um anjo, uma fada, verdadeira, sincera, honesta, leal, modesta, virtuosa, terra firme da governamentalidade da casa e perpetuidade da moral, estação de afetos para quando o homem chega, depois de um dia a assentar tijolo e chapar massa nas obras: a esposa. (A atriz, que constrói um magnifico boneco da mulher portuguesa, apesar de desconhecida, evidencia uma qualidade acima da média, uma força interpretativa natural, uma sensibilidade performativa, um respeito pela alma da personagem, um rigor no gesto, uma competência na expressão e perfeição na fisionomia, e já averba uma sólida obra na 7.ª arte: “Cute Shy Teen ѽ Mummy And Daughter Flashing ѽ Hot Little Teen Gets A Strapon Up Her Ass ѽ Tiny Russian Teen ѽ Niece Sucking Uncles Dick ѽ Hot Little Teen ѽ Stuffing Her Ass With A Courgette” ѽ “Amateur Russian Teen With Older Couple ѽ Two Party Girls Start Their Own Bathroom Fun” ѽ “Two Lesbians In Kimonos Decide To Make Love ѽ “Amateurs Henya & Tanya Lick And Finger Each Others Pussy On Home Video ѽ “Young and Old Russian Lesbians Nikki and Lidiya Make Each Other Cum”. Como Tanya e Zhenya: {fotos1} {fotos2} {fotos3} {fotos4}).
[8] “Nas novas matrículas, determinados grupos de letras foram sendo reservados para veículos de determinadas organizações ou entidades. Assim os grupos MG, ME e MX foram sendo reservados para o Exército, o AP para a Marinha, o AM para a Força Aérea e o EP para a Administração Civil do Estado. Já os grupos CD, CC e FM, mas em carateres vermelhos sobre fundo branco, foram reservados aos veículos, respetivamente do Corpo Diplomático, do Corpo Consular e de outros funcionários em missão diplomática. As letras TA, TB e TC, em caracteres brancos sobre chapas de fundo vermelho, foram reservados aos veículos em importação temporária respetivamente das zonas de Lisboa, Porto e Coimbra. A Guarda Nacional Republicana e a antiga Guarda Fiscal tinham matrículas com sequências especiais que começavam respetivamente por GNR e GF. Por razões de «decência» foi interditado o uso dos grupos de letras CU e FD. Também não foi autorizado o uso das letras Q e J, por se confundirem respetivamente com O e com I.”
[9] A mulher atual, curada dos macaquinhos no sótão, desvela o total da cabeça ao matrimónio.
[10] Sábado, 24 de novembro, “apesar de se sentir «mais segura do que nunca», a mulher que este ano é considerada a mais bela do mundo esteve hoje em vias de não poder desembarcar em Lisboa devido á ausência de visto. O facto não impediu, contudo, que os portugueses apreciassem a figura esguia e simpática da venezuelana Astrid Carolina Herrera, que este ano alcançou o título de Miss Mundo. Proveniente de Londres e viajando no mesmo avião que transportou o primeiro-ministro Mário Soares, a quem foi apresentada, Astrid Herrera disse ter-se «sentido muito segura durante toda a viagem». «Não cheguei a conversar com Mário Soares pois aproveitei a viagem para repousar aquilo que nesta última semana não me foi permitido», disse Astrid. Pela primeira vez na Europa, a jovem Miss Mundo, que em Caracas estuda no quarto ano de psicologia, afirmou que o título conquistado lhe deu uma «grande satisfação» e foi a realização de um sonho. Alta (1,75 m), de olhos negros e figura esguia, toda vestida de cinzento, Astrid Herrera, que esta madrugada fez escala em Lisboa, embarca ainda hoje para Caracas. Entretanto, em Southend, Grã-Bretanha, um grupo radical dos direitos dos animais que reivindicou recentemente ter envenenado barras de chocolate, foi ontem relacionado com uma ameaça de bomba contra Miss Mundo. A polícia da localidade costeira de Southend afirmou que um homem se identificou como membro da Frente de Libertação dos Animais, telefonou para um jornal local e disse que uma bomba tinha sido colocada numa loja de artigos femininos que ia receber a visita de Miss Mundo. A referida loja, bem como duas outras referidas pelo autor do telefonema foram revistadas, não tendo sido encontrados engenhos explosivos, pelo que a visita de Astrid Herrera prosseguiu conforme o previsto. As Organizações dos Direitos dos Animais da Grã-Bretanha acusaram Astrid Herrera de apoiar uma diversão denominada «Toro Coleado», um desporto do tipo rodeo muito popular nos países da América Latina, no qual o vaqueiro tenta capturar um touro pela cauda e virá-lo. Na quinta-feira, cerca de 20 manifestantes gritavam palavras de ordem quando Astrid Herrera concedia autógrafos numa boutique e agitavam cartazes onde se lia «ferir os touros é um desporto sangrento» e «Miss Mundo é uma rainha da tortura». Um porta-voz dos ativistas dos Direitos dos Animais, Chris Aston, apelidou a miss de «beldade cruel». A organizadora do concurso de Miss Mundo, Julia Morley, desmentiu que Astrid Herrera tinha qualquer ligação com as touradas.”   
“Em 2016, Astrid Carolina Herrera deixou os seus admiradores boquiabertos, ao publicar uma imagem em que aparece em topless. Através da sua conta Instagram, a ex-miss Mundo e também atriz venezuelana, colocou a foto onde aparece cobrindo os seios com o braço, com uma mensagem dirigia contra a homofobia. Escreveu na imagem que promove a peça de teatro «Divinas» em que participa: «Más vale guapo y perverso que feo y bueno. [#LaHomofobiaNoEsCosaDeHombres] ¡El placentero sufrimiento de llevar una vida oculta!. GRAN ESTRENO: Sábado 21 de mayo. Teatro Baralt de Maracaibo.”

na sala de cinema

Såsom i en spegel” (1961), real. Ingmar Bergman, c/ Harriet Andersson, Gunnar Björnstrand, Max von Sydow … sob o título local “Em busca da felicidade” reposto no grande ecrã por causa do vício, rigoroso exclusivo português, de consumir cultura cultural, terça-feira, 17 de agosto de 1982 no cinema Satélite, anunciado nos jornais como colorido, embora o filme seja a preto e branco. Estreara em Portugal quinta-feira, 13 de maio de 1965 no Estúdio. “Quatro pessoas emergem do horizonte austero, dirigindo-se para a costa de uma ilha aparentemente desolada: um escritor de sucesso, David (Gunnar Björnstrand), o seu filho adolescente, Minus (Lars Passgard), a sua frágil filha, Karin (Harriet Andersson), e o marido desta, Martin (Max von Sydow). Rodeada pela família, Karin é trazida para a remota ilha, a fim de facilitar a sua recuperação de um colapso nervoso. Mas torna-se logo evidente que a sua família está tão consumida pelas suas próprias fragilidades e egocentrismo que são impotentes para evitar uma recaída psicótica. David estuda-a com o distanciamento clinico de uma experiência psicológica. O treino médico de Martin revela-se ineficaz à medida que ele tenta aliviar a angústia dela consentindo os seus delírios. Minus, de 17 anos, está preocupado com o seu próprio despertar sexual e vê Karin como um conveniente mergulho na psique feminina. Como a maioria dos filmes de Bergman, «Em busca da felicidade», é um retrato da solidão e alienação. Note-se a perfeitamente enquadrada e esmagadora cena onde David chora incontrolavelmente ao perceber quão distantes ele e os filhos se tornaram. Outra é o rogo de Minus a Deus enquanto ele recupera um cobertor para Karin. Tal como em «Três cores: vermelho», de Krzysztof Kieslowski, a honestidade emocional é revelada em momentos de isolamento. «Em busca da felicidade» é o primeiro filme da trilogia de câmara religiosa de Bergman influenciada pela instrumentação minimal da música de câmara [1]. O filme é visualmente contido, rígido e metafórico. Note-se o desmoronar de Karin dentro do casco de um navio naufragado, simbolizando a alma atormentada. É um filme altamente pessoal e reflexivo que procura validação para a educação religiosa de Bergman e a essência de Deus [2]. David diz a Minus: «Não sei se o amor prova a existência de Deus ou o amor é o próprio Deus». No final, Karin vê Deus atrás da porta do sótão – e é uma fria e insensível aranha – um doloroso reflexo do amor enganador da sua própria família: um falso Deus.” «Em busca da felicidade» foi filmado na ilha de Fårö por recomendação do diretor de fotografia Sven Nykvist. Foi o primeiro filme de Bergman rodado lá, onde filmaria outros. Nykvist desenvolveu o seu estilo com o filme, empregando poucos movimentos de câmara. O realizador e o diretor de fotografia tiveram conversas muito sérias em que repensaram como a luz deveria ser utilizada. Nykvist e Bergman também planearam fazer «Em busca da felicidade» a sua primeira colaboração a cores, mas não ficaram satisfeitos com o aspeto das cenas a cores que testaram. O filme conta com os sons naturais para transmitir o silêncio nas vidas das personagens, sendo a música de violoncelo após a cena de incesto uma exceção. Quatro interpretações da sarabanda da “Suíte para violoncelo n° 2 em ré menor”, BWV 1008, de Johann Sebastian Bach foram usadas na película, tocadas pelo violoncelista Erling Blöndal Bengtsson.” “La mort en ce jardin” (1956), real. Luis Buñuel, c/ Simone Signoret, Georges Marchal, Charles Vanel … sob o título local “Labirinto infernal” reposto, para matar a sede bem nossa pelo quilate, sexta, 30 de julho de 1982 no Quarteto sala 3. Estreara quarta-feira, 8 de julho de 1959 no Odéon. “No meio de uma revolução num entreposto mineiro da América do Sul, um bando de exilados - um aventureiro velhaco (Georges Marchal), uma prostituta local (Simone Signoret), um padre (Michel Piccoli), um envelhecido prospetor de diamantes (Charles Vanel) e a filha surda-muda dele (Michèle Girardon) - são forçados a fugir para a selva para salvar a pele. Famintos, exaustos e despojados das suas velhas identidades, vagueiam desesperados, atraídos por uma após outra ilusória promessa de salvação. Filmado em arrebatador Eastmancolor e apresentando um elenco cheio de estrelas, «Labirinto infernal» é um filme de aventuras com sinais surrealistas e simbolismo. O diálogo adicional foi escrito por Raymond Queneau. Rodado durante o período em que Buñuel trepava como uma promissora figura do cinema surrealista, «Labirinto infernal» propõe uma espécie de espelho psicológico da Espanha de Franco, da qual Buñuel se exilou, com rebeliões e opressores a rodos.” Facto: “Segundo Luis Buñuel, Simone Signoret tinha tantas saudades do marido, Yves Montand, que «a caminho de se juntar a nós no México, colocou alguns papéis comunistas no passaporte, na esperança de ser recusada pela emigração americana».” “Le diable au coeur” (1976), real. Bernard Queysanne, c/ Jane Birkin, Jacques Spiesser, Philippe Lemaire … sob o título local “Um estranho pudor” estreado terça-feira, 26 de outubro de 1982 no Satélite. “Éric Bouvier, um jovem burguês, termina os estudos, embora ainda viva em casa dos pais, não tem senão desdém pela família, onde o pai, um político influente [3], reina soberano. Éric está secretamente apaixonado por Linda, a jovem ama. Quando a surpreende na cama com o pai, ele mata-o com um tiro de espingarda, leva Linda como refém e refugia-se na casa de campo da família. Éric render-se-á às autoridades depois de um êxtase passional com Linda.” [4]Taboo” (1980), real. Kirdy Stevens c/ Kay Parker [5], Dorothy LeMay, Mike Ranger … sob o título local “Taboo, o incesto” estreado sexta-feira, 27 de novembro de 1981 no Cinebolso. “Uma mulher abandonada pelo marido está sexualmente frustrada pela ausência de um amante na sua vida. Evitando os lascivos assédios dos homens que conhece, ela apercebe-se de um interesse pelo filho que excede os limites da sua relação maternal. E, para seu espanto, excita-se com a perspetiva, e que passa a vias de facto quando, uma noite, o filho dorme nu e ela vê-lhe uma grossa pichota, a mulher sobrepõe-se à mãe, e não resiste chupá-la. Entretanto, ela encontra um homem à sua medida, mas as coisas começam a aquecer entre mãe e filho.” “O filme abre com Barbara Scott fazendo uma mamada ao marido, Chris, na cama, com as luzes apagadas. Chris acende o candeeiro para a poder ver. Ela para de chupar e apaga-o, depois retoma o exercício oral. Eles discutem sobre fazer sexo com as luzes acesas ou apagadas, por fim Chris tem sexo com ela, mas ela claramente não está contente por fazê-lo com as luzes acesas. Após regressar das abluções na casa de banho, encontra o marido a vestir-se e a fazer a mala, são duas da manhã. Ele informa-a que está farto do seu comportamento reprimido. Barbara supõe que ele deixa-a e ao filho deles, Paul, para comer a secretária muito mais nova, Jennie.” Facto: AS.V., (noutras cenas, Barbara usa expressões como “son of a bitch” e “fucking”), “o realizador Kirdy Stevens não permitia qualquer palavrão nos seus filmes. Assim, quando Barbara Scott (Kay Parker) está quase a dizer «fodida», ao telefone, no escritório da imobiliária Morgan Reality, numa conversa com a sua amiga Gina, é forçada a corrigir-se a meio da frase - «a minha vida toda está fo… está a desmoronar-se» (01:03:53). A cena permanece no filme como se o tempo estivesse a terminar e não fosse possível refilmá-la.” [6]Shout at the Devil” (1976), real. Peter R. Hunt, c/ Lee Marvin, Roger Moore, Barbara Parkins … sob o título local “Armadilha mortal” estreado quinta-feira, 29 de outubro de 1981 no Vox e no Politeama. “O coronel Flynn O'Flynn (Lee Marvin), um americano copofone, ludibria o aristocrata britânico Sebastian Oldsmith (Roger Moore) a ajudá-lo na caça furtiva de marfim em Tanganica, que faz parte do território sob administração da Alemanha, antes da Primeira Guerra Mundial, na África oriental alemã. Ao tomar conhecimento que o americano regressara, Herman Fleischer (Reinhard Kolldehoff), o comandante alemão das províncias do sul, caça implacavelmente O'Flynn com os seus Schutztruppen (tropas coloniais). Mais tarde, Sebastian conhece e apaixona-se pela filha de O'Flynn, Rosa (Barbara Parkins). Entretanto, a caça furtiva continua. Instigado por Fleischer, um navio de guerra britânico abalroa e afunda o dhow (veleiro) árabe de O'Flynn carregado de marfim. Mais tarde, ao atacar a casa de O'Flynn, as Schutztruppen sob comando de Fleischer matam a filha bebé de Sebastian, Maria (Nicole Boshoff). Sebastian: «Não há mais nada a fazer, agora». O'Flynn: «Há sim. Encontrar aquele carniceiro». Rosa: «Mata-o. Mata-o. Mata-o!». (…). O livro donde o filme foi retirado é superficialmente baseado em factos reais, mas toma considerável liberdade artística em relação aos factos históricos. A história principal baseia-se vagamente em eventos relativos ao cruzador rápido SMS Königsberg, que foi afundado depois de se refugiar no delta do Rufiji em 1915. O famoso caçador de marfim, recrutado como espião, major P. J. Pretorius, tinha ido a bordo do Königsberg, disfarçado de nativo, para medir distâncias para o alcance dos canhões do HMS Mersey e do Severn. No filme, o navio alemão chama-se Blücher, havia uma embarcação com esse nome, mas não prestou serviço em África. O filme sugere que Portugal se tornou um cobeligerante com os ingleses contra a Alemanha quando rebentou a Grande Guerra em agosto de 1914. Na verdade, Portugal manteve-se neutral até 1916.” Factos: “Roger Moore e Lee Marvin andaram à porrada durante as filmagens, que Moore venceu. Marvin recordou: «O gajo era feito de granito. Ninguém jamais o subestimará outra vez».” “Na sua autobiografa de 2008, «My Word Is My Bond», Roger Moore recordou que Lee Marvin andou à pancada com jornalistas japoneses no aeroporto quando faziam o filme. Ele disse que Marvin ainda odiava os japoneses por causa das suas experiências de guerra.” “Moore diz na sua biografia que uma vez Marvin pegou num bebé quando estava bêbedo e a criança desmaiou por causa do cheiro a álcool.” “Roger Moore interpreta um jovem apaixonado, contudo ele tinha 47 anos na vida real.” “Lee Marvin era apenas quatro anos mais velho que Moore.” “Houve uma enorme polémica sobre o filme que estava sendo rodado na África do Sul sob o regime apartheid. Roger Moore também foi ferozmente criticado por ter feito «Gold» (1974) [sob o título local «Ouro» estreado sexta-feira, 22 de outubro de 1976 no Condes] e «The Wild Geese» (1978) [sob o título local «Os gansos selvagens» estreado sexta-feira, 3 de novembro de 1978 no Monumental] na África do Sul durante o apartheid.” “Экипаж” (1980), real. Aleksandr Mitta, c/ Georgi Zhzhyonov, Anatoliy Vasilev, Leonid Filatov … sob o título local “A tripulação” estreado sexta-feira, 29 de maio de 1981 no Pathé. “A primeira parte do filme concentra-se na vida pessoal da tripulação do avião, incluindo os seus problemas pessoais e relações. Por razões familiares, um dos pilotos tem de desistir de uma carreira promissora por uma muito menos ambiciosa. Apesar disso, a mulher sente que ele não está feliz, o que faz dela uma esposa conflituosa e zangada. Embora ambos amem o filho, não é suficiente para evitar o divórcio. Posteriormente, o piloto retoma a sua carreira pilotando o grande avião de passageiros que desejava. Um dos seus colegas não acredita em formar família – o seu apartamento está cheio de impressionantes efeitos de luz construídos por ele próprio e equipamento de som e luz que usa para impressionar o desfile de mulheres com quem tem quecas sem consequências. Na segunda parte do filme cheia de ação vê-se o avião Tu-154 Aeroflot aterrando na fictícia cidade Bidri, que parece estar localizada algures na região montanhosa da Ásia. Logo depois, um terramoto destrói a cidade e a pista fica inutilizada para descolagens normais (outro avião, um Boeing, espatifa-se na tentativa). Todavia, não há alternativa à fuga por via aérea, porque o aeroporto será em breve enterrado por uma corrente de lama que se aproxima.” Facto: “Este foi o primeiro foi filme soviético a ter uma cena de quarto de dormir com atores nus.”
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[1] Os outros são: “Nattvardsgästerna” (1963), inspirado pela “Sinfonia dos salmos” de Stravinsky, c/ Ingrid Thulin, Gunnar Björnstrand, Gunnel Lindblom … sob o título local “Luz de inverno” estreado sexta-feira, 13 de março de 1964 no Império; e “Tystnaden” (1963), usando as “Variações Goldberg”, BWV 988, de Johann Sebastian Bach, c/ Ingrid Thulin, Gunnel Lindblom, Birger Malmsten … sob o título local “O silêncio” estreado quinta-feira, 6 de março de 1975 no Londres.
[2] Verdade seja dita, Bergman nunca conheceu nenhuma atriz versátil e com imediata assunção da personagem, que lhe permitisse ver ou sequer cheirar ou lamber Deus, daí os seus filmes empolgarem somente os meios intelectuais onde, segundo Lobo Antunes, predomina “muita chatice e pouca foda”. Para o cinema sueco cineclubístico ter algum interesse faltou Bergman dirigir a excecional Violette Pure, 1,62 m, 62 kg, 76-56-79, sapatos 37, olhos azuis, cabelo loiro, nascida a 14 de fevereiro de 1989, em Beroun, República Checa, t.c.c. Blondienchen, Violeta, Violetta Pink, Violette, Emily, Erika, Janna, Marketa, Michaela, Nakita, Sveta, Violet, Violeta, Violetta, Violette, Violette Pink, Violettepink, Violette Miley. Sites: {The Nude} {Indexxx} {Nubiles} {Nubiles Films} {iafd} {Alba Girls} {Babes Daily} {European Pornstar} {Erotic Beauties} {Elite Babes} {Euro Babe Index} {Define Babe} {Barelist} {PornHub} {Babes} {Life Selector} {Bangbros} {Porn Gatherer} {Babepedia} {18VirginSex - Sveta} {PornHub} {Club Seventeen} {Porn Teen Girl} {18VirginSex - Sveta} {Mofos} {Co-ed Cherry} {Blondienchen - PornHub} {21 Naturals} {Sexy Hub} {PJ Girls} {ALSscan} {YOUX.xxx} {First Anal Quest} {DFB Network} {Dane Jones} {Legal Porno} {Hot Movies} {Adult Empire} {Wet and Pissy} {VIPissy} {WTF Pass} {Euro Nudes} {Private} {Real Jam Virtual Reality} {Nudezz} {Kim Holland} {Simply Anal} {Love Wetting} {Wet & Puffy} {Teen Mega World} {X-Angels} {Reality Kings} {My Dirty Job} {Viv Thomas} {Doghouse Digital} {W4B} {We Like To Suck} {Daring Sex} {Wow Girls} {All Fine Girls} {Sexart} {Met-Art Hunter} {Met-Art} - “Adoro ser mimada. Acho que é por isso que me atraem homens mais velhos. Quero dizer, os rapazes da minha idade são tão impacientes, tão negligentes. Preocupados com o que querem e é o que me põe fora dos carretos – a coisa do eu, eu. Homens a sério nunca têm pressa. Um homem a sério e maduro nunca me tratará desrespeitosamente. Sem me fazer sentir especial. E eu desconfio que, se ele desfruta o vinho requintado que bebe, perceberá como satisfazer uma rapariga como eu.” {iStripper} “Ela é uma brasa, ela é sexy, ela é Violette Pink! Violette é uma bela loira de 25 anos da República Checa. Autodescreve-se como um espírito livre que vai onde quer que a vida a leve. Felizmente para nós, as suas explorações sexuais trouxeram-na ao Desk Babes e agora pode vê-la abandonar-se aos seus mais íntimos desejos no palco. Violette está ansiosa por partilhar os seus brinquedos sexuais consigo, enquanto a observa, provocar em si mesma orgasmos explosivos, que a deixam contorcendo-se de prazer.” {Czechcasting} - “Marketa, a protagonista deste vídeo, é incrivelmente escaldante. Todavia, o começo não foi assim tão promissor. A loira de 21 anos navegou perfeitamente calma e em segurança através das rajadas de perguntas pessoais maliciosas. Acabou por revelar-se uma rapariga sorridente e irradiando simpatia. Até revelou que teve sexo com dois gajos ao mesmo tempo! Ela posou em frente da câmara e mostrou o lindo corpo e o seu suculento rabo. Então a audição começou a ganhar ímpeto. Óleo quente na sua pele e olhar lascivo prometiam um passeio realmente excitante.” {Porno E Premium} - “A loira checa Violette Pink, pele de porcelana cor de leite e pequenas tetas arrebitadas, nasceu no dia de São Valentim em 1989. Uma alma romântica e sensual, sem dúvida, também é bastante aventureira. Veja-a protagonizar porno real onde é engatada na rua e simplesmente vai pela diversão e pelas fodas. Ela é uma amante intensa que fará grandes esforços pelo broche perfeito ou retoiçar na posição de cavaleira invertida.” Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2} {fotos3} {fotos4} {fotos5} {fotos6} {fotos7} {fotos8} {fotos9} {fotos10} {fotos11} {fotos12} {fotos13} {fotos14} {fotos15} {fotos16} {fotos17} {fotos18} {fotos19} {fotos20} {fotos21} {fotos22} {fotos23} {fotos24} {fotos25} {fotos26} {fotos27} {fotos28} {fotos29} {fotos30} {fotos31} {fotos32} {fotos33} {fotos34} {fotos35} {fotos36} {fotos37} {fotos38} {fotos39} {fotos40} {fotos41} {fotos42} {fotos43} {fotos44} {fotos45} {fotos46} {fotos47} {fotos48} {fotos49} {fotos50} {fotos51} {fotos52} {fotos53} {fotos54} {fotos55} {fotos56} {fotos57} {fotos58} {fotos59} {fotos60} {fotos61} {fotos62} {fotos63} {fotos64} {fotos65} {fotos66} {fotos67} {fotos68} {fotos69} {fotos70} {fotos71} {fotos72} {fotos73} {fotos74} {fotos75}. Admirável obra cinematográfica: {“Lovely Tease”} ѽ {“Delightful Satisfation”} ѽ {“Inviting Eyes”} ѽ {“Red Toy For Her Pink Pussy”} ѽ {“Hardcore”} ѽ {“My Stimulation”} ѽ {“18VirginSex - Sveta”} ѽ {“Opening Violette”} ѽ {“Lust and Lace”} ѽ {“Teen Experience in Interracial Sex”} ѽ {“Public Pick Ups - One in the Pink”} ѽ {“18VirginSex - Sveta”} ѽ {“World Cup Teens” c/ Tessa Lane, Cayla Lyons, Naomi Nevena, Whitney Conroy, Vanessa Decker, Bailey, Lilly Klass, Lexy Donna} ѽ {“Blonde Bombshell in Hot Meet n Fuck Porn”} ѽ {“Go Toe To Toe”} ѽ {“Anal Amateur With Blue Eyes Likes The Big Cock In Her”} ѽ {“Pure Thoughts” + Alexis Crystal} {“Bed of Roses” + Leni Ewil, Isabella Lui} ѽ {“Violette Super Pink”} ѽ {“Lovely Little Lady”} ѽ {“George & Violette”} ѽ {“Like Silk”} ѽ {“Beautiful Youth”} ѽ {“Violette POV”} ѽ {“Violette Pink”} ѽ {“Daphne & Violette Pink Have a Lesbian Anal Session”} ѽ {“Violette Takes on Her Friends Husband and Fucks Him in the Kitchen”} ѽ {“Private Castings”} ѽ {“Violette Pink Cleans The Plumbers Pipes With Her Wet Pussy”} ѽ {“One Dry Flower”} ѽ {“Daphne and Violette”} ѽ {“Creamy Blondes” + Sweet Cat} ѽ {“Young Hot Violette Pink Tenderly Fucks Her Man”} ѽ {“Glamour Line 1: Sex and Elegance”} ѽ {“Cum Home For Christmas” + Victoria Daniels} ѽ {“How We Feel” + Gina Devine} ѽ {“Violette Pink Celebrates Being Single”} ѽ {“Pure Girls From Europe 10”} ѽ {“Rich Bitches”} ѽ {“Feet Treatment”} ѽ {“Brutal Dildos”} ѽ {“Violette”} ѽ {“Precious Things”} ѽ {“Euro Babe Facials”} ѽ {“Fuck Studies”} ѽ {“Violette Pure Ass Fucked on the Couch”} ѽ {“Mike’s Apartment”} ѽ {“Violette Pink”} ѽ {“Teen Passion”} ѽ {“Tricky Masseur”} ѽ {“Mature Attraction Episode 3 - Sophisticated” + Lena Love} ѽ {“Brazilian Player Fucking the Referee” + Bailey} ѽ {“Woodman Casting”} ѽ {“My First Love”} ѽ {“Pussy Power”} ѽ {“4 On 1 Lesbian Gang Bangs # 2”} ѽ {“Simply Anal” + Morgan} ѽ {“Special Threesome Treatment” + Anie Darling} ѽ {“Violette”} ѽ {“Blonde Passion”} ѽ {“Sexual Desires” + Bella Baby} ѽ {Studying And Fucking With A Nerdy Teeny”} ѽ {“My Fantasy Is My Reality”} ѽ {“Perfect ending of a perfect date”} ѽ {“Naughty blonde wants hot erotic massage”} ѽ {“Violetta - Milan from Bulgaria} ѽ {“Sensual Sauna” + Lady Dee} ѽ {“Wake Up N Fuck” + Karol Orchid} ѽ {“Lucy and Violette Get Some Valentines Day Cock after School” + Lucy Li} ѽ {“City Ride” + Zara Jay} ѽ {“My Dirty Hobby - Claudia-18 Gangbanging Teen Models” + Sweet Cat + Antonia Sainz} ѽ {“Schwanz leer, wir wollen alles!” + Sweet Cat} ѽ {“Total angepisst und Claudia schüttelt noch ab” + Sweet Cat} ѽ {“Claudia-18 pisst mir volles Rohr” + Sweet Cat} ѽ {“Den Wasserschlauch im Fotzchen”} ѽ {“Blondienchen - genießt Pisse und braucht einen harten Arschfick”} ѽ {“Blondie voll in Arsch”} ѽ {“Blondienchen - Ficken und Pissen in Garten”} ѽ {“Blondie Vollgepisst”} ѽ {“Blondie Terasse”} ѽ {“Violeta - Pissing scene”} ѽ {“Violeta - Pissing scene”} ѽ {“Violeta - Pissing scene”} ѽ {“Violeta - Pissing scene”} ѽ {“Violeta - Pissing scene”} ѽ {“Violeta - Stuck under the bed”} ѽ {“Licky Lex + Violeta - Two beauties, two keys”} ѽ {“Violeta - This will be my secret”} ѽ {“Violeta - BMW M3”} ѽ {“Violeta - A peaceful afternoon”} ѽ {“Violeta - a wasted student”} ѽ {“Nicole Love - Where are the keys?”} ѽ {“Foxy Sanie - Stubborn alcoholic” ѽ {“Can’t Get Enough” + Candy Sweet} ѽ {“Really Tight Teenage Asshole 3”} ѽ {“Casual Teen Sex - My best one-time sex ever - Erika and David} ѽ {“Barcelona Heat: Love Found”}.
[3] Em Portugal só há um par, esgrime ele adjetivos como facas Ginsu, todas as suas palavras são adjetivos, um político de fato completo, Hugo Soares: “Foi a sua incompetência, a sua soberba e a sua insensibilidade, que o fez trocar gente competente na Autoridade Nacional da Proteção Civil pelos seus amigos, pel’um conjunto de amigos que se revelaram verdadeiramente incompetentes.” (24 de outubro de 2017, num brilhante debate parlamentar).
[4] A namorada ideal recata os seus tesouros apenas para o seu amor. Não pensa com uma cabeça keynesiana, não é expansionista, é avara, austeritária. Kris Karson, 1,62 m, 49 kg, 81-61-81, sapatos 35 ½, olhos e cabelos castanhos, nascida a 7 de janeiro de 1996. “Ei, rapazes, sou a Kris e acabei de terminar o liceu. Adoro ir a festas e discotecas. Estou sempre à procura de algo novo. Divirto-me muito com os meus amigos, eles significam muito para mim. Contudo, não tanto quanto a minha família. Sou muito esperta quando se trata de trabalho académico. Pretendo ir para a faculdade. Quero estudar para um mestrado em medicina. Pretendo ser modelo até onde a carreira me levar. Tenho a certeza de que estou tão entusiasmada ou talvez até mais por você estar aqui. Espero que todos apreciem tanto quanto eu aprecio vocês.” Factos divertidos: destra ou canhota? Canhota. Comida favorita? Galinha com laranja. Matéria favorita na escola? Ciências. Matéria menos favorita na escola? Álgebra 2. Artistas favoritos? Led Zeppelin e Zedd. Séries favoritas? «Switched at Birth» e «Teen Wolf». Filmes favoritos? «Magic Mike» e «Happy Days». Cor favorita? Azul-bebé. Número favorito? 1 000 000 000. Flor favorita? Todas as rosas. Qual é o tamanho da tua cama? California king (1,83 m × 2,13 m). Boxers ou cuecas? Boxers. Pessoa matutina ou noturna? Noturna. Jeans ou vestido? Vestido. Ser rica ou feliz? Porque não ambos. Chuveiro ou banheira? Chuveiro. Beijo ou abraço? Beijo. Drogas, álcool ou nenhum? Álcool. Chocolate ou baunilha? Chocolate. Pepsi ou Coca-Cola? Pepsi. McDonald’s ou Burger King? Que nojo, nem um nem outro. Cappuccino ou café? Cappuccino”. Sites: {PornHub} {Tumblr} {Site} {Sets}. Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2} {fotos3} {fotos4} {fotos5}. Obra cinematográfica: {“Sneak Peek”} ѽ {“Pâtes Baroni”} ѽ {“Jingle Bells”} ѽ {“Hello There”} ѽ {“Party in the Back”} ѽ {“Dresscode Violation”} ѽ {“Served Up”} ѽ {“Zig Zag”} ѽ {“Passion Fruit”} ѽ {“Southern Belle”} ѽ {“My Eyes”} ѽ {“Dreams Are Made Of”} ѽ {“Hot For Kris”} ѽ {“Bubble Bath”} ѽ {“Come Upstairs”} ѽ {“Knees Up”} ѽ {“Black & Gold”} ѽ {“Suspended Belief”} ѽ {“Mighty Tempting”} ѽ {“Come On Up”} ѽ {“Feeling Blue”} ѽ {“Rise And Shine”} ѽ {“Rusted Shorts”} ѽ {“So This Is Love”} ѽ {“My Workout”} ѽ {“Club Night”} ѽ {“Pumping Iron”} ѽ {“Summer Dress”}.
[4] Pela boca (porca) morrerá a civilização. “Já escrevi por diversas vezes que não digo palavrões. Libertei-me dessa linguagem quando tinha os meus 13 ou 14 anos. Eu e o meu irmão mais velho fizemos um jogo: quem dissesse um palavrão pagava uma multa de cinco tostões ao outro. Como eu era mais controlado, apesar de ser o mais novo, ao fim de duas ou três semanas o meu irmão já tinha uma dívida considerável e deu o jogo por findo. Mas desde aí o palavrão deixou praticamente de se ouvir lá em casa. Por essa época fui treinar aos juvenis do Belenenses, no estádio do Restelo, e fiquei chocado com aquilo que vi e ouvi nos balneários: a linguagem e a má criação ultrapassavam todos os limites. Rapidamente desisti. E isso também contribuiu para detestar certo tipo de linguagem. O uso do palavrão, além de ser inestético, empobrece o vocabulário. Quem vulgarmente usa frases como «É grande como o c******», «É bonito como a m****», etc. torna-se preguiçoso, pois deixa de procurar palavras para substituir os palavrões. Os palavrões servem para tudo. Vem isto a propósito da recente publicação nos media de notícias dando conta da linguagem impropria utilizada por pessoas com responsabilidades. Ao telefone, dialogando com um ex-subordinado, um antigo primeiro-ministro fala constantemente em «bandalhos», «pulhas» e «filhos da p***». O presidente de um grande clube perde a cabeça numa Assembleia Geral e profere frases como: «O Jorge Mendes não tem o c****** de um jogador, c******». E um árbitro internacional dirige-se a um jovem futebolista nestes termos: «Estás a falar com quem, c******? Põe-te na p*** da baliza!». Chamar-me-ão ingénuo, mas confesso que nunca pensei que isto fosse possível. Nunca pensei que um ex-primeiro-ministro falasse daquele modo com um seu ex-secretário de Estado. E certamente não usou esta linguagem pela primeira vez. Ora, como pode um chefe de governo fazer-se respeitar falando assim com os seus ministros e secretários de Estado? E o mesmo vale para um presidente de clube. De um clube qualquer, mas por maioria de razão de um clube grande. Ele tem de ser um exemplo, uma referência, a pessoa que os colegas de direção, os trabalhadores, os jogadores e os sócios respeitam. Ao usar palavrões em público, o dirigente em causa revelou descontrolo emocional e mostrou a pessoa que existe por detrás do verniz de presidente. Quanto aos árbitros, sempre pensei que se dirigissem aos jogadores de forma correta. Podiam ser mais ou menos duros, mas nunca ordinários. Ora ficamos a saber que mesmo os árbitros mais considerados usam abundantemente o palavrão nos contactos com os futebolistas. O que limita tremendamente a sua autoridade: que poderá fazer um árbitro que se dirige com palavrões a um jogador e este lhe responder com palavrões? Que moral tem para o punir? Se este tema já era sensível, tornou-se ainda mais com as novas tecnologias. Antigamente, as coisas talvez já se passam assim - só que não se sabia. É possível que alguns primeiros-ministros usassem uma linguagem desbragada a falar com os subordinados, mas não havia escutas telefónicas, pelo que isso ficava entre os interlocutores. Alguns presidentes de clubes perderiam as estribeiras em assembleias gerais - mas isso não transbordava cá para fora, pois não havia os meios tecnológicos que existem hoje. Muitos árbitros falariam aos jogadores usando palavrões, mas não existiam meios de captação de som que permitissem a gravação dessas conversas. Até por isso, as pessoas têm de ser mais cuidadosas. Mas só podem ser mais cuidadosas se forem, de facto, mais educadas. Caso contrário, o verniz estalará na primeira oportunidade. Não se pense que esta é uma questão menor. Antes, o uso do palavrão estava circunscrito a alguns meios, como o futebol e a tropa - para não falar de ambientes degradados, como os das tabernas. E praticamente só os homens diziam palavrões. Mas hoje, muito por causa das novas tecnologias e das redes sociais, o uso do palavrão generalizou-se a todas as áreas da sociedade e às mulheres. E está a contribuir para a degradação das relações. O mayor de Nova Iorque conseguiu reduzir drasticamente o crime no seu estado decretando a ‘tolerância zero’ em relação à pequena criminalidade. Dizia ele - e verificou-se que tinha razão - que só combatendo exemplarmente o pequeno crime seria possível controlar o grande. No que respeita ao palavrão, Portugal está a caminhar no sentido contrário. Se aceitarmos que ele se banalize, as pessoas irão perdendo gradualmente o respeito umas pelas outras.” José António Saraiva na revista B.I. no jornal Sol n.º 581.
[5] O filme foi o primeiro de uma educativa série sobre como melhor proceder em família. “Taboo 2” (1982); “Taboo 3 - The Final Chapter” (1984); “Taboo 4 - The Younger Generation” (1985); “Taboo 5 - The Secret” (1987); “Taboo 6 - The Obsession” (1988); “Taboo 7 - The Wild And The Innocent” (1989); “Taboo 8 - The Magic Is Back” (1990); “Taboo 9” (1991); “Taboo 10 - Ten Years Later” (1993); “Taboo 11 - Crazy On You” (1994); “Taboo 12” (1994); “Taboo 13” (1994); “Taboo 14 - Kissing Cousins” (1995); “Taboo 15” (1995); “Taboo 16 - But Not Sweet” (1996); “Taboo 17” (1997); “Taboo 18” (1998); “Taboo 19” (1998); “Taboo 2001 - Sex Odyssey” (2002); “Taboo 21 - Taboo 212” (2004); “Taboo 22” (2006); “Taboo 23” (2007).
[6]Taboo: Sacred, Do not Touch” (2001), autobiografia de Kay Parker, “um livro em que fala sobre a sua carreira passada em filmes para adultos e as suas experiências com a metafisica.”

no aparelho de televisão

Napoleon and Josephine: A Love Story” (1987), Armand Assante, Jacqueline Bisset, Stephanie Beacham … minissérie americana transmitida às quintas-feiras, pelas 21h00, na RTP1, de 13 de outubro / 17 de novembro de 1988. 1.º episódio: o rufar ameaçador dos tambores, o som surdo da guilhotina em ação e as ruidosas manifestações de júbilo popular são ocorrências banais em Paris, no ano de 1794. A França atravessa um período conturbado, assolada por uma terrível guerra civil, consequência da Revolução. A aristocracia é a classe sacrificada por excelência, e as cabeças rolam a qualquer pretexto. Josefina de Beauharnais, uma bonita viúva de um aristocrata executado, aguarda que a loucura que atinge Paris termine, antes de ser condenada. Apostada em salvar a sua pele, Josefina entrega-se a Buissiere, um guarda da prisão, ao mesmo tempo que recorre a uma sua amiga, muito bem relacionada politicamente. E o seu destino começa a delinear-se lentamente. 2.º episódio: em casa de Bonaparte, chegam os rumores da promoção de Napoleão a general. Entretanto, no seu quartel-general, Napoleão trava conhecimento com Eugene, o filho de Josefina, e ensina-o a esgrimir. A mãe visita o general e pede-lhe que não ensine o filho a lutar. Napoleão aproveita para declarar o seu amor por ela. Nove dias depois, sai para Itália nomeado general do exército francês, mas não desiste de mandar cartas de amor a Josefina que não lhe responde com frequência por ser iletrada. 3.º episódio: ocupado com o camando das tropas francesas por terras de Itália, Napoleão é obrigado a deixar Josefina sofrer os efeitos do tédio que a acabam por lançar nos braços do capitão Charles, profundamente apaixonado por ela. Mas Josefina deverá encontrar brevemente o seu marido em Milão. Acompanhada pela sua criada Louise, pelo seu cunhado Joseph que acaba de conhecer, por Junot e pelo seu ardente admirador capitão Charles, Josefina inicia a viagem que a levará ao encontro de Napoleão. 4.º episódio: Josefina e Hortense são convidadas a assistir a uma festa dada por Talleyrand. Josefina nota com tristeza que já não lhe é reservado um lugar de honra na disposição dos lugares na sala onde decorre o banquete, devido à rutura do seu romance com Napoleão. Entretanto corre a notícia de que Napoleão se evadiu das barricadas inglesas e que vem a caminho de Paris. 5.º episódio: no seu regresso a Paris, Napoleão é recebido como um herói. Sentindo-se traído por Josefina, resolve divorciar-se, mas o mal-entendido entre ambos é, no entanto, desfeito pelo filho dela. E os dois juntam-se novamente. Os adeptos da monarquia tentam um plano para restaurar a realeza, mas Napoleão, tem conhecimento do mesmo e consegue abafar a revolta. Proclama-se, então, imperador de França e dispõe-se a declarar guerra a todos os países que a tal se opuserem. Devido ao seu casamento civil com Josefina, os dois visitam a catedral de Notre Dame, na tentativa de se reconciliarem com a Igreja Romana e conseguir que o Papa se desloque a Paris para os casar religiosamente. 6.º episódio: devido à atual esterilidade de Josefina, Napoleão resolve divorciar-se de modo a conseguir um herdeiro para o seu império, continuando ambos, no entanto, a ser amantes. Napoleão casa com Marie-Louise que lhe dá o tão desejado filho. Napoleão parte para a conquista da Rússia, mas sem Josefina as suas vitórias e triunfos transformam-se em derrotas. Forçado a abdicar, Napoleão vê-se obrigado a viver os seus últimos dias no exílio. “Mother and Son” (1984-1994), c/ Ruth Cracknell, Garry McDonald, Henri Szeps … série australiana transmitida de segunda a sexta, pelas 18h55, na RTP 1, de 2 a 30 de janeiro de 1989. 1.º episódio: Arthur está desesperado com o comportamento cada vez mais excêntrico da mãe. A família pressiona-o para que ele interne Maggie num lar para a terceira idade, mas é difícil para Arthur tomar essa decisão. A mãe não aprova uma solução desse tipo. 2.º episódio: Arthur descobre que Maggie estivera a receber ajuda de instituições de caridade, sem disso necessitar. Ao tentar resolver a situação, Arthur torna-se alvo duma investigação da assistência social. 3.º episódio: Maggie tem uma estranha lista de amigos com quem se encontra durante as suas saídas. Arthur fica preocupado, não tanto com a segurança da mãe, mas sim com a sua própria dignidade. 4.º episódio: Arthur tem férias marcadas mas não sabe como dizer à mãe que vai duas semanas para a Nova Zelândia, na companhia de uma mulher. 5.º episódio: Maggie nunca gostou muito da sua ex-nora, Deirdre. Quando o filho marca um encontro com ela, Maggie está determinada a impedi-lo, nem que para isso tenha que incendiar a casa. 6.º episódio: Maggie não vê nada de errado em ter aspirações românticas. Visto ser maior e vacinada, acha que pode ter um namorado. Porém, a sua família está preocupada e fica bastante surpreendida quando ela convida o seu novo namorado para a sua festa de aniversário. 7.º episódio: Maggie está de cama. O médico diz que ela não tem nada de mal. Maggie, porém, afirma que está a morrer. Arthur fica preocupado mas suspeita que a súbita atitude da mãe seja uma forma de o pressionar a não mudar de casa. 8.º episódio: Arthur fica surpreendido ao saber que a mãe não descontava os cheques da sua pensão de reforma. Então ele e o irmão, que está a atravessar uma crise financeira, tentam arranjar uma solução para os seus problemas – tudo para o bem de Maggie. 9.º episódio: Maggie fica bastante perturbada quando Arthur lhe comunica que ele e Deirdre se vão divorciar no dia seguinte. As atitudes sociais para com o casamento e o divórcio, podem ter mudado através dos tempos, mas as de Maggie mantêm-se tradicionais. 10.º episódio: o bom humor de Maggie mantem-se inalterável, mesmo em funerais. Mas o seu comportamento infantil, nessas ocasiões, pode causar embaraços, especialmente quando ela não sabe quem vai ser sepultado. 11.º episódio: conseguirá alguma vez Arthur tornar-se independente? Talvez a oferta de um emprego noutra cidade lhe proporcione a oportunidade. Porém Arthur não sabe o que fazer a Maggie. Quererá ela ir com ele, ou será que o irmão não se importa de ficar com a mãe. 12.º episódio: será Maggie uma ladra? Porque é que ela lava a roupa à noite? É verdade que ela enterrou o marido no quintal? É tudo culpa de Arthur, mas o plano dele para se livrar da dependência de Maggie parecia bom, à partida…13.º episódio: Arthur nem sequer pode tomar banho sossegado, porque a mãe quer logo ir lavar-lhe as costas. Neste episódio convida uns amigos para jogarem às cartas. Porém, Maggie julga que também foi convidada para jogar. 14.º episódio: Arthur tem uma nova namorada. Procura afirmar a sua independência mas fá-lo depressa demais. Maggie reage, e diz que vai sair de casa e morar com Robert, mas este tem outros planos. 15.º episódio: Maggie recebe a visita do novo pastor anglicano da igreja local. Generosamente oferece-lhe o guarda-roupa de Arthur para ajudar a causa da igreja. Arthur chega a casa a tempo de recuperar a sua roupa, mas não a sua reputação. 16.º episódio: Maggie organiza um piquenique para toda a família. Porém os jogos que ela escolhe para se divertirem não são do agrado dos filhos e da nora. Resolve então ir passear sozinha. Como ao anoitecer ainda não regressou, Arthur, preocupado, telefona para a polícia. 19.º episódio: uma questão entre vizinhos é o tema central deste episódio. Maggie acusa a mulher que vive na casa ao lado de a espiar. Mas quem vai sofrer com esta rixa é Arthur. 20.º episódio: Maggie conhece um homem no hospital de quem se torna amiga. Para grande espanto de Arthur, quando a mãe chega a casa, acompanhada de Claude, comunica-lhe que pretende ir fazer um cruzeiro, durante um mês, com o novo companheiro. 21.º episódio: é véspera de Natal e Arthur está a ultimar os preparativos para a festa. Quem decorou a sala foi Maggie, usando para isso cartões de Natal com que cobriu tudo o que era superfície horizontal. Mas as suas confusões não acabam por aqui. “A Man Called Intrepid (1979), c/ David Niven, Michael York, Barbara Hershey … telefilme inglês sob o título local “Guerra de espiões” transmitido às sextas-feiras, pelas 21h10, na RTP1, a 23 e 30 de outubro de 1987. 1.º episódio: antes da II Guerra Mundial, Winston Churchill, então membro do parlamento britânico, pediu a sir William Stephenson, rico patriota canadiano, para violar a lei sobre a neutralidade da América e montar à sua custa, uma rede de espionagem. Entretanto, o coronel Colin Gubbins é enviado para a Polónia para obter uma máquina que fora roubada e permitirá decifrar o código alemão. E, além disso, monta uma operação secreta do Bletchley Park. Entretanto, Evan Michaelian, um jovem desenhador segue para o Canadá encarregado de elaborar o projeto de um aquartelamento que não pudesse ser visto do céu. No Canadá, Evan apaixona-se por uma agente secreta, uma bonita mulher cujo nome de código é Madelaine, mas a sua relação é interrompida quando Madelaine é enviada para França numa perigosa missão. 2.º episódio: Evan que, com a esperança de salvar Madelaine, se transforma num agente secreto a fim de ser enviado para Estocolmo, consegue, finalmente, contactá-la e fica a saber que está viva, embora detida pelos nazis. Mas Madelaine é denunciada pela companheira de cela em que confiara e que afinal, era uma espia alemã, e acaba por ser executada. Evan, ao saber da sua morte e que os planos para destruir a bomba do dr. Bohr tinham falhado, oferece-se para ir à Noruega, destruir um barco que transportava o material nuclear. “Murrow” (1986), c/ Daniel J. Travanti, Stephen Churchett, Robert Vaughn … telefilme americano transmitido, pelas 21h25, na RTP1, segunda-feira, 28 de setembro de 1987. Este telefilme conta-nos a história de Edward Murrow, famoso jornalista da CBS, desde o tempo da II Guerra Mundial até à sua morte, nos anos 60. Tornou-se célebre em programas de TV como «See It Now» (que acompanhou a queda do senador McCarthy), «Small World» e «Person to Person» e, também com as suas reportagens de Londres durante os ataques aéreos nazis. Foi premiado com os Emmys de 1953, 1955, 1956, 1957 e 1958 como a maior personalidade da televisão. “The Optimist” (1983-85), c/ Enn Reitel, Christine Garner, Richard Booker … série inglesa transmitida às sextas-feiras, pelas 21h35, na RTP 2, de 22 de maio / 19 de junho de 1987. 2.º episódio: o Otimista vai viver um fim de semana de verdadeiro western num rancho. Apresentado a uma encantadora instrutura de equitação, descobre que há um bonitão que faz muito sucesso junto dela. O Otimista tenta montar a cavalo, mas perde-se no deserto, deita fogo à guitarra do rival e acaba por sonhar que é Clint Eastwood numa cena de tiroteio em defesa da sua dama. 3.º episódio: o Otimista transforma-se no homem dos sete ofícios – num só dia é treinador de cães, jogador de ténis, criado, professor de golfe e arrumador de automóveis. Num dia de verão, em Beverly Hills, leva um cão São Bernardo a passear e encontra uma encantadora jogadora de golfe. Volta para casa, encontra a filha do patrão que o convence a jogar ténis e a trabalhar, nessa noite, como criado numa festa. 4.º episódio: ao praticar jogging, o Otimista chega à conclusão de que não está em boa forma física e decide ir fazer um tratamento de recuperação numa clinica. Aí a vida é pior do que na prisão. 5.º episódio: o Otimista vai tomar conta de um bebé, mas acontece que aquele é uma criança gorda e antipática de 10 anos. Distraí-lo é uma tarefa difícil. O Otimista decide levá-lo a um mini-circo e acaba por se apaixonar pela trapezista, atuar com os acrobatas e palhaços e servir de bala de canhão.The Glory Boys” (1984), c/ Rod Steiger, Anthony Perkins, Alfred Burke … minissérie inglesa sob o título local “Operação cogumelo” transmitida nas quintas-feiras, 26 de março e 2 de abril de 1987, pelas 21h45, na RTP 1. A história passa-se essencialmente em Londres e o tema centra-se numa conspiração montada para assassinar o professor David Sokarev, um físico israelita, defensor da paz, durante a sua estada em Inglaterra. As autoridades israelitas e inglesas descobrem o plano – operação Mushroom – mas não conhecem os pormenores. Têm conhecimento de que vai ser praticado um atentado contra a vida de Sokarev, mas não sabem quando nem como. E a ação desenvolve-se plena de suspense, de perseguições e intriga, num clima cada vez mais envolvente.                 

na aparelhagem stereo

A reconhecida inaptidão dos pais modernos para educar os filhos alargou-se ao próprio ato de fazê-los. Dantes, quando a progénie acometia, concebia o menino e a menina, os pósteros, muito esfregam, resfolegam, bufam e, no fim de contas, desbarrigam nem carne nem peixe nem vegan, pressionando as soluções científicas para corrigirem o que torto nasce, (tarde ou cedo – depende da lista de espera ou do seguro de saúde – endireita-se). “O cirurgião plástico João Décio Ferreira recebe este domingo [19/06/2016] em Munique a medalha de ouro Magnus Hirschfeld da Sociedade Alemã de Sexologia Clínica pelo trabalho desenvolvido na área da mudança de sexo, com uma técnica cirúrgica inovadora a nível mundial. À agência Lusa, o cirurgião diz sentir-se mais reconhecido lá fora do que em Portugal, onde lhe ofereceram seis euros por hora para continuar a trabalhar no Hospital de Santa Maria depois de reformado do SNS. João Décio Ferreira desenvolveu em 2006 uma técnica que permite a construção de uma vagina com enxerto de intestino delgado e outra que possibilita construir um pénis com tecido da zona abdominal e enxerto de cartilagem da costela [1]. «Eu não estava contente com a técnica da cirurgia genital do masculino para o feminino que é usada a nível mundial [faloplastia, ou seja, a inversão da pele do pénis com o enxerto do antebraço], pela estética e complicações que gerava. Resultado: criei uma nova», diz. Em declarações à agência Lusa João Décio Ferreira, de 72 anos, sublinhou que a distinção internacional contrasta com o reconhecimento que tem recebido em Portugal, uma vez que, depois de reformado do Serviço Nacional de Saúde (SNS), recusou uma proposta para ficar a operar no Hospital de Santa Maria a receber seis euros por hora. «O valor que me deram na altura andava à volta de 6 euros à hora. Agora, fora de Portugal dão-me uma medalha de ouro. Pensei que é um pouco mais de reconhecimento», criticou.”
O nascimento dos homens coxos, mancos do corpo e do espírito, tem sido compensado, e muito bem, pelas máquinas, mais ladinas, mais cabais, mais apetrechadas. “O sarcasmo nas redes sociais já pode ser detetado automaticamente, segundo um grupo de investigadores de Portugal e dos EUA, que desenvolveram um modelo de análise informática para entenderem o que pode ser um potencial enorme negócio. Sílvio Amir, Paula Carvalho e Mário Silva, do INESC-ID Lisboa e do Instituto Superior Técnico (Universidade de Lisboa), com Byron Wallace e Hao Lyu, da Universidade do Texas em Austin (EUA), explicam em «Modelling Context with User Embeddings for Sarcasm Detection in Social Media» (pdf) como criaram uma «rede neuronal» para a deteção automática do sarcasmo nas interações em redes sociais, baseando-se na informação contextual de publicações anteriores dos autores. A investigação incidiu na rede social Twitter e os investigadores apenas puderam, devido a restrições técnicas desta rede social, ter acesso a mil tuítes de cada utilizador, acabando por analisar 11 541 tuítes de 12 500 diferentes utilizadores. No seu trabalho, os autores citam a definição do sarcasmo como um «caso especial de ironia», em que o seu «sentido literal é entendido como um insulto indireto» - mas consideram que, «tal como outras formas de expressão subjetiva», os termos são difíceis de definir. No caso das redes sociais, a questão não é a análise fraseológica - «uma exata mesma frase pode ser interpretada como literal ou sarcástica» - mas depende de quem formula ou escreve com sarcasmo, assim como de um «terreno comum entre partes para ser entendido». Ao analisarem «o contexto» - ou seja, o autor - conseguem «ganhos significativos na precisão» dessa análise. (…). Também a revista New Scientist demonstrava que, sem a ajuda de uma hashtag (classificador de expressões, como #ironia), analisar o «sarcasmo online pode ser difícil, mesmo para os seres humanos», pelo que para os computadores «é muitas vezes uma grande dor de cabeça». Mas é «um grande negócio», quando os «anunciantes publicitários registam as atitudes e estados de espírito das pessoas, [e] as empresas e os governos acompanham a opinião pública». Assim, perceber o que realmente é dito nas redes sociais - sem as potenciais armadilhas irónicas - torna-se um desafio. E um potencial negócio.”
Negócio rendoso nos anos 80:
Flash in the Night” (1981), p/ Secret Service. “É uma lendária banda sueca de pop / new wave, formada em 1979. Ola Håkansson, antigo vocalista dos Ola & The Janglers e na altura gerente editorial na Sonet Music, juntou-se a Tim Norell e Ulf Wahlberg para escreverem algumas canções que concorreram ao Festival da Eurovisão. Não ganharam, mas decidiram continuar a trabalhar juntos, mudando o nome da sua banda de Ola+3 para Secret Service. Além de Ola Håkansson (voz), Tim Norell e Ulf Wahlberg (teclados), a formação inicial incluía Tonny Lindberg (guitarra), Leif Paulsen (baixo) e Leif Johansson (bateria). Porém, Tim Norell, que junto com o letrista Björn Håkansson, escreveu a maioria das canções, não apareceu com a banda em palco ou nas capas dos álbuns. O primeiro single dos Secret Service, «Oh Susie», tornou-se um sucesso na Suécia e em vários outros países da Europa e América do Sul. «Oh Susie» foi n.º 1 em vinte e nove países. O álbum com o mesmo título incluía outro êxito, «Ten O'Clock Postman», que foi disco de ouro na Suécia. Outros sucessos seguiram-se, com a canção sinthpop, «Flash in the Night» em 1982, topetando as tabelas por toda a Europa. Em meados da década de 80, Norell e Håkansson começaram a escrever e produzir canções para outros artistas. O dueto de Ola Håkansson com a ex-ABBA, Agnetha Fältskog, «The Way You Are», tornou-se single de ouro na Suécia.” 1-2-3-4 Gimme Some More”, (La Bionda, 1977), no programa de TV alemão, “Musikladen 44”, transmitido a 25 de janeiro de 1979, dançam Monique e Sally Claudia. São elas dois elementos das Go Go Girls, bailarinas no programa Musikladen, ditas Musikladengogos, as outras foram Sylvia e Angelique. A ser verdade (AS.V.), “Monique (Monika Wulf, nascida em 1959) era cabeleireira e já dançava nas discotecas de Hamburgo. Sally trabalhava nas Finanças em Elmshorn antes de se mudar para Hamburgo. Um agente, Roger Brin, juntou-as. Estrearam-se no episódio n.º 33 do programa Musikladen a 21 de maio de 1977. Oficialmente, só foram apresentadas no episódio n.º 35 (8 de outubro de 1977). De Sylvia sabe-se que estava grávida após algumas emissões. Depois disso, Monique e Sally continuaram sozinhas. No episódio n.º 47, transmitido a 12 de julho de 1979, juntou-se-lhes Angelique, estreando-se na canção «As Long As It's Love», de Theo Vaness. O seu nome é Angelika Heinrich (nascida em 1960), é a morena de pernas longas. Ela era tradutora. Após o sucesso no Musikladen, transformou o seu hobby em profissão e, colateralmente, dignificou com o seu primor a edição alemã da revista Playboy de novembro de 1983. Ela ainda dançou em discotecas, mas agora como estrela convidada. Também fez uma tournée por alguns quartéis das Forças Armadas alemães. Os seus tórridos números de dança foram tópico de acalorada discussão e, nalgumas cartas dos telespetadores, Musikladen (casa da música) era apelidada Sexladen (casa do sexo). Terminado o programa, Angelique gravou um single, «Private Moments» / «Boy» (1985), e fez alguns sketches. Foi dançarina para Mike Mareen, trabalhou como modelo e animadora de eventos. Sally teve algum sucesso em Itália. Monique pode ser vista nalguns vídeos, assim como em «Panische Zeiten» de Udo Lindenberg. Em 29 de novembro de 1984, no episódio n.º 90, fizeram a sua última aparição no Musikladen. Depois, ainda foram vistas individualmente em emissões noturnas do «Eurotops». Angelique despiu-se num programa masculino da RTL. Também existem atuações no «Tutti Frutti». Hoje Sally é diretora-executiva de uma agência de modelos em Hamburgo. Em meados de 90, Angelique esteve num talk-show de Uschi Nerke (apresentadora do «Beat Club» e «Musikladen»), na estação de televisão alemã NDR, no qual disse que tinha, juntamente com o seu parceiro, um restaurante, hotel ou uma quinta de cavalos.” – “Musikladen foi um programa de televisão transmitido entre 13 de dezembro de 1972 e 29 de novembro de 1984, sucessor do famoso «Beat Club» dos anos 60 / 70. Era o equivalente germânico ao «Top of the Pops», apresentando playbacks dos cantores dos êxitos do momento. [Muito diferente do «Top of the Pops», o programa consistia principalmente de atuações ao vivo, sem limite de tempo, variando assim a duração de cada episódio. Até cerca de 1975, incluía humor com desenhos de Heiner H. Hoier e atuações dos Insterburgs (mais tarde de Schobert + Black). Desde 1979, intensificou-se o trabalho das Go Go Girls nas atuações ao vivo dos artistas ou em vídeos próprios - onde o histórico «Let's All Chant», da Michael Zager Band, com Monique e Sally, no episódio n.º 39, transmitido a 1 de junho de 1978 ou o mexido «Lies» dos Status Quo, com Monique, Sally e Angelique, no episódio n.º 60 de 12 de fevereiro de 1981]. E, tal como o «Top of the Pops», tinha a sua trupe de dança que se chegava à frente quando os artistas estavam indisponíveis. Mas as Go Go Girls eram um pouco mais descaradas que as Pan’s People ou as Legs & Co alguma vez sonharam ser, com seios nus, blusas transparentes e agitados movimentos de dança que são quase hipnóticos. Provavelmente nunca se verá nada semelhante outra vez, dado o mundo púdico e politicamente correto em que vivemos [2]. Mas, felizmente, há muitas filmagens das Go Go Girls online, e aqui estão vários destaques, matando dois coelhos da mesma cajadada, de bailarinas sexy seminuas e obscuros êxitos de europop.” A atividade intelectual das pessoas cinge-se às fronteiras dos países, se na Inglaterra, a comparação de programas de TV baralha o entendimento, na América, onde as tetas afervoram como pando órgão genital, o seu encantamento nubla o raciocínio. “A melhor parte de cada episódio eram as dançarinas go-go que, simplesmente, não dançam corno. Sim, estas belezas teutónicas são cativantes, entusiásticas e totalmente carismáticas, mas a sua absoluta falta de habilidade é impressionante. Uma falta de coordenação, uma ausência de qualquer semelhança com um corpo de bailarinas simétrico e uma inaptidão geral são a essência do seu charme. Elas literalmente parecem ser apenas miúdas divertidas em roupas reduzidas que talvez tomaram uns grogues antes do programa.” Na verdade, o programa usava técnicas inovadoras de tratamento de imagem, desdobrando-as, que, é natural, pareceria a um(a) americano(a) serem elas muitas, a floresta de tetas, o mall de mamas, o sonho americano, quando, na realidade, elas eram apenas duas ou três.
Nur geträumt” (1982), p/ Nena. “Música de Uwe Fahrenkrog-Petersen e letra de Rolf Brendel e Nena. A canção está incluída no álbum «Nena» e foi lançada como single em maio de 1982. O manager da banda, Jim Rakete, gravou-a nos Spliff Studios de Berlim. O disco só foi notado depois de uma aparição de Nena no programa «Musikladen Extra» a 21 de August de 1982, vendendo cerca de 40 000 cópias. O single alcançou o segundo lugar nas tabelas alemãs e significou um grande avanço comercial para a banda Nena. Em setembro de 1982 foi premiado com o disco de ouro. Jasmin Wagner, nome artístico Blümchen, gravou uma versão de «Nur geträumt» em 1997, entrando no Top 10 alemão. Nena classificou a versão de «fofa» num talk-show com Heike Makatsch. Em 2001, uma versão do grupo SPN-X feat. Tim Sander & Micha Krabbe de «Nur geträumt» alcançou o n.º 43 na tabela alemã de singles. Special D. também gravou uma versão em março de 2003 sob o nome «Come With Me».” – Incluídos na Neue Deutsche Welle, os Nena eram compostos pela hoje avó Gabriele Susanne Kerner (Nena) – vocalista, Carlo Karges – guitarra, coros (morreu em 2002), Jürgen Dehmel – baixo, Chapman stick, teclados, sintetizador, Rolf Brendel – bateria, percussão e Jörn-Uwe Fahrenkrog-Petersen – teclados, sintetizadores, keytar, coros e vocalista. – “Gabriele Susanne Kerner (Nena) nasceu a 24 de março de 1960 em Hagen, Renânia do Norte-Vestefália, Alemanha Ocidental, quando a sua família habitava na cidade vizinha de Breckerfeld. Ela passou os primeiros anos em Breckerfeld e mais tarde viveu em Hagen. Adquiriu a sua alcunha durante umas férias com os pais em Espanha («nena» significa catraia em castelhano) [3]. Em 1977, abandona a escola sem concluir o secundário e, nos três anos seguintes frequentou o curso técnico de ourives. A carreira musical de Nena começou em 2 de julho de 1979, quando o guitarrista Rainer Kitzmann fundou a banda The Stripes e, com base em galá-la a dançar numa discoteca, pediu-lhe para fazer uma audição para o lugar de vocalista. O grupo, sedeado em Hagen, cantava em inglês e teve um magro êxito com a canção «Ecstasy», mas nunca alcançou o almejado sucesso e dissolveu-se a 3 de março de 1982. Todavia, a editora dos Stripes, a CBS, ofereceu um contrato a Nena se ela se mudasse para Berlim e cantasse em alemão.” Computerliebe (Die Module Spielen Verrückt)” (1984), p/ Paso Doble. “É uma banda da Neue Deutsche Welle formada em 1983. Muito popular na Alemanha, as suas canções «Computerliebe», «Herz An Herz» e «Fantasie» têm aparecido em várias compilações de NDW/new wave. São bem conhecidos pelo seu som único, assim como pelo estilo e coreografia invulgares, que têm um ar espanhol para acompanhar o nome da banda. Em 1979, Rale Oberpichler, uma cantora que trabalhava principalmente em coros, queria cantar a solo e procurava um letrista, conheceu Frank Hieber, pianista, teclista e compositor, que trabalhara com vários grupos e cantores, incluindo Rio Reiser, Nena e no grande sucesso internacional de Peter Schilling, «Major Tom (Coming Home)». Juntos formaram os Paso Doble.”
Too Much Pressure” (1980), p/ The Selecter. “Começaram a vida não como uma banda, mas como uma faixa instrumental intitulada «The Kingston Affair», que foi mais tarde rebatizada «The Selecter». Os músicos de Coventry, Neol Davis, John Bradbury e Barry Jones gravaram a faixa em 1977, que permaneceria guardada até 1979, quando apareceu no lado B de «Gangsters». Os Special AKA tinham gastado todo o orçamento (dizia-se 700 libras) para a gravação de «Gangsters» e precisavam de uma canção para o lado B do single. John Bradbury, na altura baterista de palco dos Special AKA, mencionou a música que tinha gravado alguns anos antes. O som rocksteady descontraído de «The Selecter» provou ser o parceiro ideal para «Gangsters» e foi lançado com o número de catálogo exclusivo, TT2. (…). Em julho de 1979, «Gangsters» estava nas tabelas inglesas, então, com alguma ajuda de Lynval Golding dos Specials, Neol Davis começou a formar uma banda em linhas semelhantes aos Specials sob o nome The Selecter. Na época, Coventry tinha várias bandas reggae, punk e soul ativas, que se revelou ser uma colheita rica para alguém desejando criar o som 2 Tone. O conjunto local de reggae, Hard Top 22, proporcionou o núcleo de músicos, a formação ficou completa, com o acréscimo de uma vocalista chamada Pauline Vickers. Pauline chegou a Coventry via Politécnica de Lanchester, onde foi «convidada a sair», embora ganhasse um emprego como radiologista num hospital local. Pauline tinha atuado em várias bandas da zona e adotara o nome Pauline Black para evitar perguntas embaraçosas dos seus empregadores. Ela também ganharia o título de primeira pin-up da 2 Tone, que ostentou com orgulho, mas sempre salientou que a música deveria vir primeiro.” Human Error” (1987), p/ Unseen Terror. “Foi uma banda de metal britânica formada por Mitch Dickinson (dos Heresy) e Shane Embury (mais tarde dos Napalm Death), e tocava metal extremo com um avanço técnico, junto com elementos de hardcore punk. A sua mais notável façanha ocorreu em março de 1988, quando gravaram oito faixas para o programa de John Peel na BBC Radio 1. O grupo formou-se após o desaparecimento da, provavelmente, primeira banda inglesa de death metal, os Warhammer (Wayne Aston, guitarra, Mike Clarke, viola baixo, voz, Mitch Dickinson, guitarra, Shane Embury, bateria). O nome Unseen Terror surge quando Mitch Dickinson ouvia a clássica banda de Boise, Idaho, Septic Death. A canção «Terrorain» tem o verso «Unseen death / Terrorain». Na época, o desastre de Chernobyl estava muito fresco na memória de muita gente, e Mitch pensou na expressão «Unseen Terror», já que a radiação no ar em redor da área do acidente era invisível. Era literalmente um «terror invisível». A propósito, a banda não recebeu o nome da canção «Unseen Terror» dos S.O.B., como algumas fontes referem. De facto, essa canção é posterior, publicada em 1990. O grupo de curta duração, mas altamente influente, Unseen Terror, foi fundado no início de 1986 pelo vocalista / guitarrista Mitch Dickinson e o baixista Shane Embury. Mitch e Shane escreveram muitas das canções como uma banda de dois elementos durante meados de 1986 e meados de 1987. Estas faixas foram gravadas em cassete durante os ensaios (principalmente na casa do pai de Mitch). Estas fitas foram posteriormente distribuídas a nível internacional através da rede de comércio de cassetes na época. Elas chamaram a atenção de Digby Pearson que mais tarde fundou a Earache Records.”
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[1] Nasceu com a vagina no lugar certo, a modelo e atriz Lina, 1,70 m, 51 kg, 80-58-88, sapatos 38, olhos e cabelos castanhos, nascida a 20 de janeiro de 1984 em Volgograd, Rússia, t.c.c. Joanna, Tatyna, Tatyna A, Zena. “Sendo a irmã mais velha de Maya, Lina tenta tratar a irmã como sua filha. Ela cresceu muito rapidamente. Elas vivem sozinhas, é por isso que estão habituadas a serem independentes. Mas ainda uma alma de donzela que anseia por um ombro forte que lhe dê apoio, sensação de proteção e atenção. Talvez seja essa a razão por que Lina encontrou a felicidade numa relação com um homem que tem a idade de seu pai. Ele toma conta da Lina e da irmã dela, Maya, mas trata a Lina de uma forma especial. A história é previsível… a nossa modelo envolveu-se na teia das intrigas do amor adulto. Esta terna rapariga tem boa índole. Ela depressa apega-se às pessoas e isso geralmente não é bom. Mesmo assim, ela não tem medo das dificuldades. A vida ensinou-lhe a ser forte e não verga diante dos reveses do destino. Lina não sonhava que poderia tornar-se modelo, mas a sua irmã mais nova, Maya, chegou a casa tão bem disposta e contou-lhe uma maravilhosa história que um fotógrafo famoso a tinha convidado para fotografá-la com os seus cavalos favoritos. Lina pediu-lhe para se encontrarem com o fotógrafo juntas. Quando elas chegaram, Grig ficou extremamente surpreendido por ver duas irmãs tão bem parecidas. Galitsin gosta muito quando uma rapariga tem longos cabelos bonitos e o cabelo delas era mais do que espantoso. Acontece que Lina adora cavalos e consegue montá-los não muito pior que a sua irmã mais nova. Consegue imaginar duas raparigas perfeitas sentadas nuas num cavalo com os cabelos dourados esvoaçando ao vento? A alma frágil, repleta de boas intenções de dar felicidade e alegria, ajuda Lina a passar ao lado das preocupações e tristezas que enchem o mundo cruel. A sua ternura pode distintamente ser vista nos seus olhos celestiais. Ela consegue fazer com que uma pessoa acredite que é importante e acarinhada.” Entrevista: P: “Quais pensas que são os teus melhores atributos?”, Lina: “O meu cabelo, claro, e bom feitio.” P: “Cor favorita?”; Lina: “Amarelo e branco.” P: “Programas de TV favoritos, lista de nomes”, Lina: “A telenovela Бедная Настя / Poor Nastia” P: “Livros favoritos, lista de títulos”, Lina: “Onze minutos de Paulo Coelho.” P: “Filmes favoritos, lista de títulos”, Lina: “Fallo! de Tinto Brass.” P: “Revistas favoritas, lista de nomes”, Lina: “Playmen.” P: “Música favorita, lista de títulos”, Lina: “Disco.” P: “Altura favorita do dia, porquê?”, Lina: “A noite. Pode-se fazer o balanço do dia.” P: “Qual é a tua formação? Curso?”, Lina: “O liceu.” P: “Falas outras línguas? Se assim for, diz-me algo nessa língua”, Lina: “Inglês.”, P: “Lugar favorito para viajar, relaxar ou visitar”, Lina: “Gosto muito do Café Tchaikovsky. É agradável comer lá.” P: “Quais foram os locais que visitaste?”, Lina: “Lazarevskoye, Samara. Vou visitar Moscovo em breve.” P: “Qual é o teu feriado preferido? (Natal, dia dos namorados, dia de ação de graças, etc.)”, Lina: “Adoro bastante os feriados, mas o especial é a festa de aniversário.” P: “Comida favorita, lanches, doces”, Lina: “Adoro frango defumado e peixe.” P: “Qual é o teu carro de sonho?”, Lina: “Adoro carros estrangeiros, especialmente Nissan.” P: “Qual é o teu emprego de sonho?”, Lina: “Contabilista.” P: “Descreve o teu lugar favorito para fazer compras”, Lina: “Belissimo.” P: “Assistes a desporto, se sim, quais são as tuas equipas favoritas?”, Lina: “Pólo.” P: “Praticas algum desporto ou outras atividade? Explica”, Lina: “Jogging antes do pequeno-almoço. Ajuda a manter-se em forma.” P: “Quais são os teus passatempos?”, Lina: “Ler livros.” P: “Preferência de bebidas, alcoólicas e não alcoólicas”, Lina: “Sete vegetais, uma videira caseira.” P: Tens animais de estimação?”, Lina: “Um rato.” P: “Estado civil?”, Lina: “Solteira.” P: “O meu pior hábito é…”, Lina: “Fumar.” P: “A única coisa que não suporto é…”, Lina: “Hipocrisia.” P: “Que animal melhor descreve a tua personalidade e porquê?”, Lina: “Um cavalo.” P: “As pessoas que me conheceram no liceu pensavam que eu era…”, Lina: “Não conheço a opinião deles. É mau pensar, as pessoas morrem disso.” P: “Como é que descontrais ou passas o teu tempo livre?”, Lina: “P: “faço-o de diferentes maneiras. Vou a cafés, discotecas ou apenas falar com rapazes.” P: “Qual foi o momento mais feliz da tua vida?”, Lina: “Quando o meu amado me ofereceu um telemóvel.” P: “Quais são as tuas esperanças e sonhos”, Lina: “Quero conhecer uma pessoa que poderia dar-me qualquer coisa que eu quisesse.” P: “O melhor conselho que já me deram foi…”, Lina: “Não me lembro.” P: “O pior conselho que me deram…”, Lina: “Não interessa.” P: “Que tipo de cuecas usas, se algumas”, Lina: “Em casa gosto de andar nua. Mas gosto de cuecas vermelhas.” P: “O tamanho importa? Qual é a tua medida ideal?”, Lina: “Claro que importa! Quanto maior melhor.” P: “Descreve a tua primeira vez (pormenores, local, pensamentos, satisfação, etc.)”, Lina: “Perdi-a às cartas… estava bêbeda e não me lembro exatamente como aconteceu. Não me arrependo de o ter feito.” P: “O que te excita?”, Lina: “Tudo.” P: “O que te desliga?”, Lina: “Não gosto quando as pessoas se comportam e falam de maneira mal-educada.” P: “O que te faz sentir mais desejada?”, Lina: “Quando me esperam algumas horas.” P: “Melhor maneira de te dar um orgasmo”, Lina: “Nunca tive isso.” P: “Masturbas-te? Com que frequência? (dedo, brinquedos ou ambos)”, Lina: “Eu dizia-te, mas ias contar a todos.” P: “Qual foi o teu primeiro fetiche, se algum?”, Lina: “Cremes, caixas de cosméticos.” P: “Qual é o lugar mais exótico ou invulgar em que fizeste sexo? Ou onde gostarias que fosse?”, Lina: “Quando fazia sexo com o meu amado e estavam o filho e a mulher dele do outro lado da parede. A minha irmã Maya estava à porta vigiando se alguém vinha. Isso foi, de facto, sexo extremo.” P: “Posição sexual favorita, porquê?”, Lina: “Não tenho nenhuma favorita. Acontece sempre de maneira diferente.” P: “Descreve um dia típico da tua vida”, Lina: “Levanto-me às 11 horas, vou fazer jogging. Tomo o pequeno-almoço que consiste de fruta. Depois vejo televisão ou leio um livro. No final do dia, vou buscar o filho do meu amado ao jardim-de-infância. Às oito horas, jantamos com as minhas irmãs. Depois de comer, vou a algum lugar, tipo, uma discoteca ou um bar.” P: “Tens alguma curiosidade sexual que gostasses de explorar ou tivesses explorado? Por favor, descreve com pormenores (rapariga / rapariga, voyeurismo, etc.)”, Lina: “Gosto bastante de explorar o sexo. Gosto quando alguém pode entrar a qualquer momento quando estou a fazer amor.” P: “Descreve em detalhe a tua fantasia sexual favorita”, Lina: “Às vezes, vejo um velho num castelo. Imagino como ele me leva para uma cama antiga. Há uma lareira atrás. Por vezes sinto que consigo cheirar o fogo. Espero que algum dia o meu sonho se torne realidade.” P: “Se pudesses ser fotografada de qualquer forma, em qualquer cenário, qual escolhias? O que te faria sentir mais desejada, mais sensual?), Lina: “Gostava de ser fotografada num ambiente rico, num castelo. Haveria um belo banho cheio de flores raras, criadas à volta com óleos aromáticos.” Sites: {The Nude} {jeuneart} {Indexxx} {Met-Art} {hqcollect}. Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2} {fotos3} {fotos4} {fotos5} {fotos6} {fotos7} {fotos8}. Obra cinematográfica: {“Indian Squaw and her Captives” + Alice + Maya} ѽ {“Wild Fish” + Alice + Maya + Valentina} ѽ {“Deceived Petter” + Alice + Maya} ѽ {“Water Games” + Valentina} ѽ {“Car Washing” + Valentina} ѽ {“Dog Fun” + Valentina}.
[2] A recém-descoberta científica da obscenidade congénita do corpo da mulher, constringiu a sua exibição pública pelos danos criminais e patrimoniais que provoca nas sociedades evoluídas. No século XXI, a mulher corporiza um novo corpo produtivo, absorvido de competência irrepreensível, e não raro mulheres extremamente seguras chefiam a exigente área Business, Management e Public Affairs. Daí que o passo armstronguiano feminino pouse nas artes interpretativas, a minúcia, a argúcia, a perseverança, a quantidade de informação recolhida, a coragem das novas Molly Bloom (“Ulysses”, James Joyce), das novas Esperanza Villanueva (“Tristessa”, Jack Kerouac) ou das novas Katniss Everdeen (“The Hunger Games”, Suzanne Collins) convergem em magnificas atrizes tais Ira, Anya e Tamara. “Ira & Max” ѽ “Anya & Max” ѽ “Tamara & Max” obra fotográfica: {Max & Masha & Ira} {Max & Masha & Ira} {Max & Masha & Ira} {Max & Masha & Ira} {Max & Masha & Ira} {Max & Masha & Ira} {Max & Masha & Ira} {Max & Masha & Ira} {Max & Anya & Nastya} {Max & Anya & Nastya} {Anya & Nastya}. ▬ Ou Anya e Nastya, atrizes de excelência, de conhecimento técnico tão apurado, agarram a personagem sem parecerem representar. Obra cinematográfica: {“Anya & Nastya”}. Obra fotográfica: {Anya & Nastya1} {Anya & Nastya2} {Anya & Nastya3} {Anya & Nastya4} {Anya & Nastya5} {Anya & Nastya6} {Anya & Nastya7} {Anya & Nastya8} {Anya & Nastya9} {Anya & Nastya10} {Anya & Nastya11} {Anya & Nastya12} {Anya & Nastya13} – {Anya / Eva1} {Anya / Eva2} {Anya / Eva3} {Anya / Eva4} {Anya / Eva5} {Anya / Eva6} {Anya / Eva7} {Anya / Eva8}. ▬ Ou a naturalidade caldeada em cursos universitários e mestrados de teatro de Anya, Valya e Tanya. Obra cinematográfica: {“Anya & Valya 3”} ѽ {“Valya & Anya”} ѽ {“Valya & Tanya 1”} ѽ {“Valya & Tanya 2”}. Obra fotográfica: {fotos1} {fotos2}.
[3] Nos anos 2000, destino de férias: Portugal, onde a street art sabe a arte. “Um dos painéis de turismo de Ponte de Lima, distrito de Viana do Castelo, passou, na segunda-feira [05/05/2014], a transmitir filmes pornográficos em vez da informação de lazer disponibilizada habitualmente. A PSP foi alertada por uma chamada anónima dando conta da inusitada situação pelas 23h30, confirmou ao Público fonte daquela polícia. A situação terá chamado a atenção de vários moradores que, por aquela altura, passavam no local onde se localiza um jardim com vários bancos. Quando se aproximaram do painel de turismo, no Largo de Camões, os agentes perceberam que os piratas conseguiam visualizar o que acontecia em frente a painel, segundo noticia o Jornal de Notícias. É que à sua aproximação, o filme foi alterado e passou a contar com personagens vestidas com uniformes da polícia. Os hackers terão conseguido aceder a uma câmara que, integrada na estrutura, permitia visualizar o local de forma remota. De acordo com a PSP, o painel foi desligado 30 minutos depois da chegada da polícia ao local. Aquela estrutura interativa é gerida pela Rede do Turismo do Porto e Norte de Portugal, cujo presidente Melchior Moreira, contactado pelo Público, remeteu qualquer esclarecimento para mais tarde. O painel atacado e um outro instalado junto à torre da cadeia velha fazem parte da Loja Interativa de Turismo daquela localidade. O equipamento foi instalado no dia 25 de abril no âmbito de uma parceria com o Turismo do Porto e Norte de Portugal.”A população foi surpreendida na noite de segunda-feira. «Estavam duas pessoas sentadas perto do painel e alertaram-nos de que estavam a passar filmes pornográficos», contou Valentim Fernandes, de 58 anos, uma das pessoas que presenciaram a situação, e informou a PSP. Quando as autoridades chegaram ao local, percebeu-se que o «pirata» conseguia ver o que estava a acontecer em frente ao painel. É que, de imediato, começou a ser exibido outro filme, no qual os personagens estavam vestidos de polícias. «Toda a gente achou que era um escândalo, mas ninguém tapou os olhos», nota Valentim Fernandes, garantindo que as imagens eram «mesmo pesadas». O próprio e um funcionário da Autarquia colocaram «um saco preto» no ecrã, mas o hacker, que acedeu à câmara incorporada no painel, respondeu com mensagens insultuosas. O ecrã em causa encontra-se entre a ponte velha e o Largo de Camões, que é considerado o salão de visitas da vila. Por isso, o ataque informático causou indignação. «Achei isto péssimo. Foi uma brincadeira muito estúpida, sobretudo a parte dos polícias», criticou Susana Cunha, de 23 anos. O problema só foi resolvido quando a Câmara apagou o sistema. E ainda não voltou a ser ligado. O pirata informático terá controlado o painel entre as 22h30 e as 23 horas.”